Respeite sua genética

A imagem corporal é definida como a figura que temos em nossas mentes do tamanho e forma dos nossos corpos e dos  sentimentos que temos associados a tais características.

Infelizmente, o que predomina hoje é a insatisfação corporal. Essa insatisfação é considerada um distúrbio de imagem corporal. Isso não acontece apenas quando a pessoa se vê maior ou menor do que ela de fato é (distorção). Juntamente à depreciação corporal, a evitação corporal, a preocupação e a valorização extremas do corpo, a insatisfação corporal é muito prevalente e amplificada por uma cultura que prega a modificação dos corpos a um padrão específico – que não valoriza a biodiversidade e diferenças naturais de cada pessoa.

Respeitar o corpo começa com o fato de aceitar a genética e aprender a abandonar a ideia de que o corpo é maleável (não podemos mudar o tamanho de nossos pés ou nossa altura).

É preciso apreciar as partes do corpo de que gosta em vez de evidenciar as de que não gosta; aceitar o tipo corporal e buscar um peso equilibrado (condizente com os comportamentos alimentares e de atividade física).

Mulheres com imagem corporal positiva têm maior satisfação com sua aparência, menos estresse sobre sua imagem e maior tendência para sentir que sua imagem favorece de forma positiva a sua vida; são também mais otimistas, têm melhor autoestima, menores níveis de perfeccionismo, menor fixação com a aparência e lidam com a vida com maior aceitação.

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